sábado, 30 de abril de 2011

Discurso do Paraninfo da Turma de Publicidade e Propaganda - UniSantos 2011

Boa noite a todos os presentes.

Já vou começar pedindo desculpas, porque eu tinha falado para vocês encararem a apresentação do TCC como a última aula dessa graduação, mas no entanto, estamos aqui reunidos, professores e alunos para mais uma última aula. Portanto, vamos à chamada...

Adriano Corrêia Munhoz...

Ah a minha esposa ta me avisando que não precisa fazer chamada.

Bom, então essa minha última contribuição será sobre sonhos.
Segundo estudos recentes, os sonhos nada têm a ver com as maluquices do Freud – espero que não tenha nenhum psicólogo freudiano presente, senão eu vou apanhar. Mas, os estudos dizem que os sonhos nos preparam para situações que podemos encontrar na vida real. Se isso for verdade, tudo faz sentido. Inclusive no sentido figurado, quando os sonhos representam nossos desejos, anseios e aspirações.

A maioria entrou na universidade, sonhando em trabalhar em uma mega agência de renome internacional; ganhar Cyber Lions em Cannes; usar gravata engraçada e todo mundo achar o máximo.

Para alguns, depois de quatro anos estudando os sonhos parecem mais próximos. Para outros, mais distantes.

Pois nessa aula eu só quero dizer uma coisa: NUNCA DESISTAM!

Se nos anos 90 a Apple tivesse desistido, hoje ela seria parte da Microsoft e ao invés de termos IPhones, Ipods, IMacs, nós teríamos Windows. É, vocês sabiam que antes da volta do Steve Jobs, a Apple tinha vendido 40% das ações para a Microsoft?

Mas falar de empresas é um pouco distante da nossa realidade, então eu escolhi uma pequena história para contar para vocês que eu espero que sirva de inspiração.
Trata-se de um político inglês, responsabilizado pela morte mais de 200 mil soldados na 1ª Guerra Mundial por optar por uma estratégia que foi mal sucedida.

No período entre guerras, foi acusado de ser um belicista, por ter sido um incentivador da militarização da Inglaterra para se preparar para um possível ataque alemão.

Já na casa dos 50 anos, gordo e careca, foi secretario do Tesouro Britânico e amaldiçoado pelo povo e pelos colegas pelos transtornos financeiros da Grã Bretanha.
Em 1929, com crise da Bolsa de Nova Iorque, perdeu uma considerável fortuna.
Em 1931, em viagem aos Estados Unidos, foi atravessar a 5ª Avenida, em Nova Iorque, mas olhou para a direita, como se faz em Londres, ao invés de olhar para esquerda, como se faz no resto do mundo. Foi atropelado, ficou meses internado e entrou em depressão.

Apesar de tudo isso, oito anos depois, em 1940, quando as divisões de tanques panzer alemãs varriam França, Dinamarca, Polônia, Bélgica, Holanda, Noruega... Ele, já no cargo de primeiro ministro, fez um discurso que entraria para a história. Diante do parlamento inglês, ele basicamente disse:

“Nunca nos renderemos. Mesmo que esta ilha, ou grande parte dela esteja subjugada e esfomeada, nunca nos renderemos.”

Este homem era Winston Churchill e apesar de todos os revezes em sua vida, ele se tornou o ícone da resistência européia contra o nazismo, conquistou o prêmio Nobel de Literatura, voltou a ser 1º Ministro aos 77 anos e foi nomeado cavaleiro pela Rainha.

E anos depois, ele voltou a sua antiga escola para uma colação, ele fez um um discurso em que ele disse exatamente isso:

“A lição é a seguinte: nunca desista, nunca, nunca, nunca. Em nada. Grande ou pequeno, importante ou não. Nunca desista. Nunca se renda à força, nunca se renda ao poder aparentemente esmagador do inimigo.”

Então, é isso que eu digo: nunca desistam. Mudem de estratégia, troquem as táticas, se finjam de morto, dêem a volta, façam concessões, aceitem a perda, nem sempre se ganha, encontrem novos caminhos, mas nunca, em hipótese alguma, desistam de seus sonhos.

Uma boa noite, sucesso e só, busquem conhecimento.


Fernando Russell (a.k.a. Jack)

Toma essa JP 2

Conforme eu salientava durante o Nerd Cast 257, antes de ser desacreditado pelo JP:

"Para coordenar a condução da guerra, os líderes dos três países aliados, Roosevelt, dos Estados Unidos, Churchill, da Grã-Bretanha, e Stalin, da União Soviética, reuniram-se, em novembro de 1943, em Teerã, a capital do Irã, para acertos relacionados à situação da Europa depois da guerra. Logo de início, Stalin pediu a urgência da abertura de uma segunda frente na França. Stalin considerava a invasão do sul da Itália insuficiente para aliviar a tremenda pressão que as forças nazistas ainda exerciam sobre o Exército Vermelho. Além do mais, o líder soviético deixou claro que desconfiava, desde o início da guerra, de que havia uma intenção velada de Churchill de deixar a União Soviética e a Alemanha se exaurirem mutuamente numa guerra de desgaste.

O presidente tendia a concordar, em muitos pontos, com o líder soviético. Principalmente quando o Churchill expôs na conferência seu plano para uma invasão anglo-americana nos Balcãs, o que retardaria ainda mais a invasão da França. De imediato, a animosidade entre Stalin e Churchill, que subsistia desde o encontro entre ambos em 1942, veio a tona com nova intensidade¹. Stalin permaneceu firme em sua posição, exigindo a abertura de uma segunda frente com o desembarque na França. Ao final, sua proposta saiu vencedora. Até mesmo estrategistas militares britânicos discordaram de Churchill e O ALTO COMANDO AMERICANO APOIOU, COM ENTUSIASMO, AS PROPOSTAS DO LÍDER SOVIÉTICO.


¹ Isaac Deutscher, Stalin, a história de uma tirania, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1970, p.461


Fonte: Trecho do texto sobre a Segunda Guerra Mundial, encontrado na página 377 do livro História das Guerras, escrito por Antonio Pedro Tota, professor de História da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre e doutor pela Universidade de São Paulo (USP), também fez pós-doutorado na Universidade de Colúmbia (EUA) e na PUC-SP.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A verdade Definitiva sobre Ayrton Senna da Silva (ou não, né?) UPGRADE!

Atenção haters, esse blog não é uma democracia. Eu vou selecionar os comentários.

1º - Se você quiser discutir F1 comigo, tem que ter nascido na década de 70. Não valem argumentos que você ouviu do seu pai;
2º - Aceito ironia, aceito piada, mas não aceito xingamentos sem noção;
3º - Gosto quando as pessoas me corrigem e gosto ainda mais quando discordam de mim, mas por favor, baseiem-se em fatos e não em simples paixão.


Que o Ayrton Senna foi um piloto de F1 brilhante, isso ninguém pode negar. Nem o mais adorador de Schumacher e nem o mais fã de Piquet podem questionar em uma discussão no mínimo razoável. Que ele foi um piloto vitorioso então? Não é questão de opinião e sim um fato! Mas se ele foi o melhor, ou se ele foi um “cara supimpa”, aí é outra história. Que, diga-se de passagem, dá muito o que falar.

Creio estar mexendo numa colméia repleta de abelhas africanas ao escrever sobre o “mito” coisas que a imprensa e a opinião pública jamais ousaram falar, com medo de deixar de ganhar rios de dinheiro. Sim, porque o mito construído de Ayrton Senna dava Ibope, vendia jornal, vendia revista, vendia boné do Banco Nacional!!! Enfim, vamos ao que interessa.

Senna ganhou um Kart aos 4 anos de idade, mas começou sua carreira oficialmente aos 13. Se sentia frustrado por nunca ter vencido o campeonato mundial dessa categoria. Foi vice mundial duas vezes (79 e 80). Bom, mas todo mundo sabe, vice é o primeiro perdedor! Mas para não ser cruel, foi várias vezes campeão brasileiro e até sul-americano.

Depois sua carreira deslanchou. Foi campeão da Fórmula Ford 1600 em 1981, campeão da Fórmula Ford 2000 em 1982 e da F3 em 1983. Nesse último, seu maior rival era o “fenômeno” Martin Brundle, que mais tarde teria uma carreira medíocre na F1.

A chegada à F1 já foi controversa e, ao contrário do que se diz por aí, Nelson Piquet, que já era campeão mundial de F1 na época, não se opôs à contratação de Senna pela Brabham. O que aconteceu na realidade é que Senna queria que Piquet usasse sua influência para garantir sua contratação pela equipe, mas Piquet não moveu uma palha para ajudá-lo, pois sabia que a patrocinadora da equipe (Parmalat) queria um piloto Italiano. Senna, a partir daí, passou a odiar Piquet e a tratá-lo como inimigo.

Preterido pela Brabham, Senna foi parar na Toleman, uma equipe meia boca do caralho. Já no seu segundo GP, o piloto fez seu primeiro ponto. Mas foi no GP de Mônaco que ele chamou atenção do mundo, pois com o carro merda da Toleman, largou em 13º e chegou em segundo. Aliás, chegou em segundo porque os juízes de prova encerraram a corrida antes que ele ultrapassasse o líder Alain Prost. Eu me lembro dessa corrida. Senna tava com o demônio e foi injustiça ele não ter ganhado!

Senna foi contratado pela Lotus no ano seguinte. A Lotus, que tinha aquele carro irado da John Player Special, era ótima para classificação e péssima para corrida. Senna vivia batendo a pole position e vivia abandonando as corridas. Isso porque era um porra louca e não entendia que um campeonato se ganha juntando pontos. Ele queria ganhar todas as corridas, como um menino mimado que sempre quer pular e encostar no céu. No final das contas, venceu apenas 2 vezes e ficou em quarto lugar no campeonato.

Em 1986 ele vetou a contratação de Derek Warwick. Olha aí o rapaz botando as manguinhas de fora. Não queria outro piloto de ponta na equipe. Foi nesse ano também que rolou uma das mais sensacionais chegadas da F1, quando Senna bateu Mansell na chegada por petelhésimos de segundo. Foi também nesse ano que Nelson Piquet deu uma aula de pilotagem ao recém chegado, efetuando o que dizem ser a mais incrível ultrapassagem da história da F1 e que vocês podem ter o prazer de visualizar abaixo:



Ta certo, a Willians era muito superior à Lotus, mas fazer o que o Piquet fez é coisa de gênio.

No ano seguinte a Lotus troca de cigarro, ops, de patrocínio (vira amarela com as cores da Camel) e ganha o motor Honda (que era a foca da Willians) e uma inovadora suspensão ativa. Nesse ano Piquet bateu o companheiro de equipe Mansell e sagrou-se campeão mundial de 1987. Senna ficou foi vice, mas a FIA descobriu uma malandragem de fazer inveja ao Fernando Vigarista Alonso. Os dutos de frenagem da Lotus eram mais largos que o permitido, o que lhe dava uma vantagem óbvia. Penalizado, caiu para terceiro lugar!

Finalmente, em 1988, Senna estava onde queria, na McLaren. Uma equipe de ponta onde ele não teria que tirar leite de pedra. E o melhor, levara com ele o motor Honda. E mais ainda, seu principal rival (dentro e fora das pistas), Nelson Piquet tinha se enchido dos favorecimentos da Willians para Mansell e foi parar na merda da Lotus Amarela.

Nesse ano, a McLaren era imbatível e Senna só tinha que se preocupar com o companheiro de equipe, Alain Prost. Os dois venceram 15 das 16 corridas desse campeonato. Mas, Senna gostava de colecionar inimigos e por conta de sua “competitividade” passou a tratar o francês como inimigo pessoal.

Já em 1989, o campeonato foi um pouco mais equilibrado, já que a McLaren já não era tão soberana. Senna e Prost venceram juntos “apenas” 10 das 16 corridas. Estava claro que a equipe ainda era a mais competente. Esse foi o ano em que Prost venceu seu terceiro campeonato mundial. Aliás, o campeonato foi decidido no último GP (Japão), com um acidente entre Prost e Senna. Os dois trocaram acusações, culpando um ao outro pelo episódio. A imprensa inglesa especializada afirma que a culpa foi de Senna, mas Galvão Bueno, foi taxativo: disse que não, a culpa foi do francês! Vejam o vídeo abaixo e tirem suas próprias conclusões:



Notem que Senna seguiu reto na chicane e Prost fez a tangência por cima dele. Além disso, por causa do acidente, a FIA negou a super-licença ao Brasileiro para

1990, mas a McLaren consegue “mover seus pauzinhos” e revogar a negativa.
Na temporada de 1990 a história muda um pouco, mas ao mesmo tempo se repete. Prost, cansado do “mimo” de Senna, se transfere para a Ferrari. Mas a superioridade da McLaren continua, só que dessa vez só tem um piloto: Senna. O outro era Gerhard Berger, que era uma espécie de Rubens Barrichello da época. E as disputas entre Senna e Prost continuam. E temos mais um campeonato decidido com acidente no Japão. Nesse ano não houve dúvidas. Ayrton Senna causou deliberadamente o acidente e foi campeão. No Brasil os fãs fizeram vistas grossas e disseram que foi o troco. No exterior Senna foi responsabilizado pela manobra desleal. Mas Senna se igualara ao Emerson Fittipaldi, com 2 campeonatos mundiais.

Veja o vídeo do incidente:



O cara-de-pau não teve nem peito de olhar para o adversário. A sorte dele é que o Prost era um gnomo. Se fosse o Nelson Piquet ele tinha morrido antes da Tamburello.

Veja esse vídeo e me diz se é mentira:



Em 1991 Senna se iguala ao tricampeão mundial Nelson Piquet, batendo a Willians de Nigel Mansell, que começava a despontar como promessa de um supercarro novamente. Veja, a McLaren ainda era melhor, mas não tinha mais a superioridade de outrora!

Nos anos que viriam o que se viu foi um Ayrton Senna impotente frente à superioridade da Willians FW14B de Nigel Mansell. Senna pensou até em correr F1, porque mimado como era, só queria guiar o melhor carro. Nesse ano, o Alemão Michael Schumacher, em sua modesta Benetton toda colorida, arrancou o terceiro lugar no campeonato de Senna na última corrida. E isso sem precisar causar nenhum acidente!

Na temporada de 1993, o professor Alain Prost foi à forra e venceu seu quarto campeonato, dirigindo uma Willians sensacional. Ayrton Senna bem que tentou, mas ficou em segundo lugar na pontuação final.

Em 1994, a maioria já sabe o que aconteceu. De tanto chorar, Senna conseguiu ir para a Willians, no lugar de Prost, que preferiu se aposentar a ter que aturar o desafeto durante um ano. Ele estava equipe que desejava e ia pilotar o carro que desejava já há dois anos. Mas um velho cigano disse: Cuidado com o que você deseja! E apesar de ter tudo como queria, o brasileiro fracassou nas duas primeiras provas, ganhas por Schummy. Ao contrário do que prega Galvão Bueno, antes do GP de Imola, Senna não estava preocupado com o carro, ou tendo uma premonição de que sofreria um acidente. Ele estava preocupado e P da vida porque estava dirigindo a tão sonhada Willians e ainda assim, estava 20 pontos atrás do alemão. E foi no fatídico dia 1º de maio de 1994 que aos 34 anos, Ayrton Senna porrou o muro da curva Tamburello e morreu.

Esse é um resumão da história do piloto. O que eu acho sobre ele? Vamos lá:

Ele só foi campeão quando tinha o melhor carro. Teve mérito nos três campeonatos porque disputou com um gênio (Alan Prost), mas é fato que quando o carro não ajudou ele não conseguiu se sair bem. Um dos campeonatos ele venceu porque foi desleal. Era intragável e a maioria dos pilotos, apesar de admirarem sua técnica, o achavam insuportável. Era mimado e manhoso e vivia reclamando de tudo. Sua maior qualidade era ser extremamente arrojado e muitíssimo competitivo. Esse também era seu maior defeito, porque na ânsia de sempre vencer, fundia motores, errava e se descontrolava. Era um obcecado por vitórias e não sabia perder. Muito da fama dele se deve ao temperamento de Nelson Piquet. Explico: Piquet esnobava a Rede Globo e a imprensa em geral. F1 para ele era diversão e ele cagava na cabeça da mídia. Isso fez com que a imprensa não desse a ele o devido valor. Quando apareceu Senna, a Globo pirou e viu ali uma chance única! Transformou ele em herói e com isso elevou exorbitantemente seus níveis de audiência. Senna era excelente piloto? Era! Mas Piquet fez o mesmo e Emerson Fittpaldi fez mais pelo Brasil!

MICHAEL SCHUMAChER

Foi campeão sete vezes (quatro a mais do que Senna). Foi campeão com a Benneton (1994), que não era o melhor carro (a Willians foi campeã do campeonato de construtores) Venceu mais, teve mais pole positions, fez mais voltas mais rápidas, conquistou mais pontos e foi o único piloto da história da F1 a terminar uma temporada indo para o pódio em todas as corridas. Ganhou as três primeiras corridas contra Senna em 1994. É detentor de todos os recordes da F1, a exceção do número de GPs disputados, que é o recorde do Rubens Barrichello e não vale absolutamente porra nenhuma! Para os que o chamam de Dick Vigarista, Senna foi tão trapaceiro quanto ele.

ALAIN PROST


Foi campeão mundial quarto vezes (uma vez a mais que Senna). Foi campeão pela McLaren quando a McLaren era muito inferior às Willians (86). Sabia que ganhar corridas não era tudo. Somar pontos era importante. Era cerebral e por isso chamaram-no de Professor. Foi campeão numa época muito mais competitiva do que a de Senna, no auge de Piquet, Nikki Lauda, Keke Rosberg, Allan Jones, Michelle Alboreto, entre outros.

EMERSON FITTIPALDI


O único que não vi correr, mas com certeza o mais relevante dos brasileiros. Fez muito mais do que Senna pelo Brasil. Entrou no seleto clube de pilotos campeões da F1 quando nenhum brasileiro tinha feito. Foi duas vezes campeão mundial (um a menos que Senna) correndo contra lendas como Jackie Stewart, Niki Lauda, Jody Scheckter. Fez uma equipe de F1 totalmente brasileira, que era uma merda, mas era nossa!

NELSON PIQUET


Finalmente, meu piloto preferido. Ganhou 3 mundiais (igual ao Senna), mas um deles em especial foi foda. Em 1981 as Willians eram imensamente superiores à Brabham, mas Piquet venceu o argentino marrento (parece um pleonasmo?) Carlos Reuttemann e o inglês campeão e lenda Alan Jones. Foi campeão contra Mansell e Prost jovens e contra Niki Lauda e Keke Rosberg, que eram gênios em uma época em que o esporte dependia muito mais do braço do piloto do que dos aparatos tecnológicos. Começou a correr de Kart com 14 anos (tardiamente) escondido do pai. Era um piloto excelente, mas um desenvolvedor de carros primoroso. Se Senna era o rei de Monaco, por suas vitórias, Nelson Piquet comeu a princesa de Monaco. Se o Senna era o queridinho da Globo, Piquet esculachava o Galvão Bueno. Se o Senna conseguiu vencer perdendo várias marchas durante a corrida, Piquet venceu mandando retirar as marchas 1 e 2 antes da corrida para o carro ficar mais leve. E, por último, mas não menos importante, Nelson Piquet sobreviveu a um acidente na curva Tamburello e Senna não.

Bonus Track - Vídeo da reunião de pilotos. Senna chega atrasado, todo marrento e ouve o que o Piquet diz e sai fazendo mimimi. Segundo comentaram, ele estava até defendendo uma posição do Senna, mas ficou P da Vida porque no ano anterior aconteceu algo parecido com ele e a resolução foi contrária! Erro meu.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Lista de Presentes

Meu aniversário está chegando e se você ainda está na dúvida sobre o que me dar, segue uma lista de acessórios que serão bem aceitos. Em ordem decrescente de preços:

Carabina de Chumbinho com Mira Telescópica


Camisa da Seleção de Rugby da Irlanda

Tamanho GG, por favor.

Lord of The Ring PS2



Bola de Rugby


Carmenere Reserva 347 Vineyards 2009



Fúria Nórdica


Luvas de Vale Tudo (MMA)




Livro Guerra dos Tronos
 
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